quinta-feira, setembro 25

LIXEIRAS - TAKE II

Há notícias que deixam de ser notícia simplesmente porque não são notícia por si só!

Pleonasmo!? Não.. Antítese!? Não é o caso... Realidade!? Nua e crua

As imagens falam por si...

Eis mais uma triste realidade que domina a paisagem e constitui um cenário grotesco e desolador numa zona próxima a uma das entradas da cidade de Faro, junto da nova Urbanização a edificar entre a Estrada da Sra. da Saúde e a Lejana de Cima e que vai albergar, de futuro, a nova Cidade Judiciária.

Tal situação não pode, de modo algum, passar incólume e impunemente aos olhos dos cidadãos farenses sem que seja denunciada publicamente.

E nesse âmbito, o que constitui maior motivo de preocupação para a população é o facto da existência deste tipo de lixeiras a céu aberto, para além de serem degradantes em termos visuais, consubstanciarem um perigo para a saúde pública, uma vez que aquelas exalam um cheiro nauseabundo que afecta a qualidade de vida e que atrai ratos e insectos, traduzindo-se num foco de poluição propício ao desenvolvimento de agentes patogénicos e consequentes contaminações da área envolvente.

Estes perigos que nos inquietam deveriam, igualmente, constituir motivo de preocupação não só da edilidade farense, como também das entidades regionais ligadas ao meio ambiente, uma vez que situações como esta, visíveis em várias zonas da cidade, acarretam enormes perigos não só em termos de saúde pública e deterioração da paisagem, como também no que respeita à saúde ambiental, uma vez que, numa lixeira, o lixo entra em autocombustão, contaminando toda a área envolvente com gases, fumos tóxicos perigosos e líquidos que escorrem do lixo, infiltrando-se na terra e contaminando os lençóis de água subterrâneos.


A consternação, aliada ao desalento e à frustração instalam-se.

Impõe-se, portanto, a formulação das seguintes questões:

Quantos mais situações teremos de denunciar?

Quantos mais apelos teremos de fazer?

Será que vai ser preciso lançar um concurso para que o lixo seja removido!?


Será que serão precisas verbas para reconduzir este lixo ao aterro sanitário!?

Será que esta zona, não fazendo parte da Frente Ribeirinha, também será objecto de requalificação a breve trecho!?

Será que podemos contar com uma solução para o problema até ao final do ano!?

As reflexões estão feitas, a denúncia concretizada, as questões formuladas e a notícia veiculada.

Falta saber se a mensagem foi passada e se haverá solução à vista.

quarta-feira, setembro 24

E PORQUE NÃO MAIS UMA ROTUNDA?

A JSD/Faro considera que seria benéfico a transformação do Cruzamento da Rua Reitor Teixeira Guedes com a Avenida Almeida Carrapato, numa Rotunda, com a finalidade de facilitar e dar mais opções de escoamento do tráfego rodoviávio.

A sugestão fica aqui dada.





terça-feira, setembro 23

RESULTADO DO INQUÉRITO DOS COMBUSTIVEIS

Do resultado do inquérito lançado pela JSD/Faro sobre o aumento acentuado dos combustiveis, que contou com a participação de 194 cibernautas, obteve-se o seguinte resultado:

Quase metade dos participantes neste inquerito consideram que a melhor forma de combater o aumento do preço dos combustiveis passa por um maior investimento em energias alternativas. A segunda opção mais votada (21%), mas a uma distância consideravel da primeira, opta pela baixa do IST e 15% opta pelo maior uso dos transportes públicos.

No final da tabela ficou a participação de acções de boicote aos abastecimentos (10%) e a demissão do Ministro da Economia, que recolheu 7% das preferências.


sexta-feira, setembro 19

FARO METE ÁGUA, MAS NÃO NOS SITIOS CERTOS!

Faro, a capital da região mais a sul de Portugal continental tem-se debatido, sobretudo na última década, com inúmeros problemas, muitos deles ao nível do planeamento e gestão de cidades numa perspectiva de médio longo prazo.

A prova evidente desta triste conclusão é a inexistência de acessibilidades dignas e eficientes, o efeito donut na baixa da cidade que se apresenta num estado elevado de degradação e a ausência de áreas verdes significativas e estacionamentos que correspondam às reais necessidades da cidade.

Mas, para além destes problemas estruturais mais complexos, a cidade também se apresenta triste, desleixada e abandonada e o mais revoltante é que esta realidade pode e deve ser combatida e corrigida, bastando visão, vontade e capacidade de iniciativa e execução.

É inaceitável que durante anos e anos o municipio tenha gasto verbas avultadas num conjunto de fontes para embelezarem a cidade e darem uma sensação de frescura durante os meses mais quentes do ano e que estes equipamentos se apresentem desligados e esquecidos.

Como mostram as imagens aqui colocadas, as fontes de Faro, nomeadamente as fontes da Rotunda do Hospital, do Largo do Pé da Cruz, da Rotunda do Teatro, do Largo da Madalena, da Praça de Tânger, do Largo de São Francisco (esta às vezes funciona) e do Largo dos prédios da Cobital junto ao Cemitério antigo, estão desligadas e sujeitas à inevitavel degradação.

É revoltante ver como os dinheiros públicos investidos estão a ser tratados.

A JSD/Faro considera que muitas vezes não é preciso dinheiro para lançar novos equipamentos, basta fazer uso e aproveitar condignamente o que já foi investido até hoje. Nesse sentido, esta Comissão Política faz um apelo ao executivo camarário para que seja sensivel nesta questão e que de uma forma célere coloque estes equipamentos a funcionar na sua plenitude.