sexta-feira, março 5

Acção de Formação Autárquica para Jovens

Foi no passado dia 27 de Fevereiro, durante a tarde, que decorreu a Acção de Formação Autárquica no Instituto Português da Juventude em Faro, contando com a presença dos Presidentes de Câmara Eng.º Luís Gomes e Eng.º Macário Correia, como moderador o Deputado do PSD pelo Algarve Jorge Bacelar Gouveia.

Motivar os jovens a participarem activamente na vida política e esclarecer algumas questões mais pertinentes foram um dos objectivos desta Acção de Formação organizada pela JSD/Faro, que teve a presença de largas dezenas de participantes.

“No seguimento da própria campanha autárquica, sentimos que existe uma falta de formação dos jovens, no sentido político, e destes direitos cívicos que nas escolas muitas vezes não se aprende…” foram algumas palavras do Presidente da Direcção da JSD/Faro.

Fotografias por Pedro Abrantes

Já o Eng.º Macário Correia aconselha a trabalhar com humildade e o Eng.º Luís Gomes promove uma política de proximidade.

O Eng.º Luís Gomes refere que “hoje a política está muito descredibilizada, bem como os políticos e os partidos, por consequência do afastamento e do não cumprimento de alguns valores que são fundamentais para qualquer político”.

“É preciso tentar eliminar a imagem de que os políticos não são honestos e que por vezes cometem crimes, defendendo uma nova geração capaz de mudar esse estado de coisas” salientou o Prof. Dr. Jorge Bacelar Gouveia.

Incentivar, educar e mobilizar a juventude apostando nesta nova geração para que o país possa voltar a acreditar naqueles que fazem política.

Gostaríamos de deixar aqui o nosso agradecimento ao IPJ e ao PSD de Faro. Obrigado.

Para visualização das entrevistas em formato vídeo:

http://www.digitalmaistv.pt/index.html?id=759

terça-feira, fevereiro 9

Formação Autárquica




A Formação é muito importante para a juventude e não só.
O Objectivo desta formação é permitir que as boas práticas e experiência de quem conhece bem a realidade autárquica possa preparar mais pessoas para este dever que todos temos enquanto cidadãos, de participar na vida autárquica, a vários níveis e responsabilidades.
O convite fica aqui feito a todos que queiram participar basta enviar um mail para jsd.faro@gmail.com. A formação é aberta a toda a sociedade civil.

quinta-feira, fevereiro 4

Balanço da CMF - Passado, Presente e Futuro


Passados 100 dias da tomada de posse do Executivo Municipal presidido pelo Eng. Macário Correia, é tempo de se fazer um primeiro balanço e de escutarmos as propostas que o novo executivo tem para os próximos seis meses.

Assim este primeiro encontro, irá realizar-se no próximo dia 6 de Fevereiro no Conservatório Regional de Música do Algarve, pelas 15 horas com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng. Macário Correia."

Contamos com a tua presença.

sexta-feira, janeiro 29

Coordenadora da Comissão Académica da JSD/Algarve


Tertúlia – Ensino Superior! Juventude que Participação?

Faro, 27 de Janeiro de 2010

Comunicado de Imprensa

Decorreu no dia 25 de Janeiro pelas 21h30 na Sociedade Recreativa Artística Farense, a
Tertúlia que marcou a primeira iniciativa da Coordenadora da Comissão Académica da
JSD/Algarve em 2010. Este evento contou com a presença do Prof. Doutor João Guerreiro,
Reitor da Universidade do Algarve, Dr. Pedro Meireles Consultor Económico do Grupo
Parlamentar do PSD no Parlamento Europeu, o actual presidente da Associação
Académica da Universidade do Algarve, Guilherme Portada e do seu antecessor Eduardo
Almeida, sendo esta tertúlia moderada por António Leitão, Secretário-Geral da Comissão
Política Nacional da JSD.
A tertúlia teve por objectivo a transmissão e partilha dos convidados relativamente às
suas experiências no associativismo académico, levando todos os presentes a uma análise
acerca dos grandes obstáculos da participação cívica dos jovens, não só na vida politica
como e essencialmente na vida das instituições de ensino Superior.
Na plateia estiveram aproximadamente cinco dezenas de jovens, maioritariamente alunos
e ex-alunos da Universidade do Algarve. Esta salutar troca de ideias entre convidados e
público durou cerca de duas horas e meia, onde foram abordadas diferentes perspectivas
e experiências, assim como diversas questões que visaram acima de tudo, interpretar qual
o papel que as Universidades e as Associações desempenham para a mobilização e
potencialização da participação cívica nos movimentos associativos. Foi ainda posto em
causa qual a vantagem a nível curricular da participação dos alunos no associativismo, ou
seja, de que modo a formação não formal pode ser uma mais-valia na participação e se tal
deve ser ou não reconhecido pelas Universidades.
Assim mais do que fazer uma análise do que foi feito e alcançado no passado, ficou claro
pela participação dos presentes, que existe uma vontade de mudança. É necessário e
urgente ter alguma esperança e contribuir cada vez mais de forma pró-activa. Para que tal
aconteça teremos de estar mais próximos do nosso público-alvo, construir soluções que
vão de encontre aos seus anseios e expectativas para credibilizar a acção por uma causa
comum. Mas sempre com um objectivo, que é aumentar a participação dos jovens, para
assim em conjunto construirmos melhores soluções para todos.
É neste sentido que a Coordenadora da Comissão Académica da JSD/ Algarve, se
compromete a trabalhar com grande noção das responsabilidades e dificuldades que se
avizinham. Elaboraremos um Plano de Actividades para 2010 com a missão de chegar mais
próximo de todos os estudantes do Ensino Superior Público e Privado do Algarve.
Sem mais a acrescentar, subscrevemos com os mais sinceros cumprimentos
Comissão Politica da JSD Algarve

sábado, janeiro 16

Subsídio-Dependência


O tema não é novo, mas continua premente.

A dependência económico-financeira é uma nódoa que caracteriza, de forma indelével, a sociedade portuguesa. Criou-se, há tempo demais, uma situação de subsídio-dependência em que muitos acham que têm direito a subsídios, sem nada produzir, que urge refrear.


Assistimos a uma espécie de parasistismo social que contamina todos os agentes económicos, sociais, culturais e desportivos, que os impossibilita e entrava de encontrar soluções alternativas e encetar perspectivas de mudança.

A situação que se vive actualmente exige-nos racionalidade e parcimónia, por oposição à exigência constante e vinculação desmedida de subvenções públicas.

Torna-se imperioso adquirir uma consciência cívica colectiva de que não existem cidadãos de 1.ª e de 2.ª categoria, que não é possível nem aceitável que uns trabalhem para que outros possam viver à sua custa!


Esse tipo de política dita social é não só injusta, como deseducativa para o cidadão que se habitua a viver encostado aos outros, desmoralizando quem trabalha.

Desse ponto de vista, sou claramente da opinião que os princípios têm de ser aplicados a todos por igual, com critério e racionalidade, independentemente do barulho e agitação que possam produzir.

Só assim será possível combater o ócio e a preguiça, premiando o mérito e a pró-actividade.