Vai a "http://www.purescore.com/" e realiza o teste proposto...
Será que és um "anjinho" ou um "diabinho"?
domingo, outubro 8
TESTE PURESCORE
sexta-feira, outubro 6
CÂMARA DE FARO DISPENSA FUNCIONÁRIOS NO DIA DO SEU ANIVERSÁRIO
Parece mentira mas é verdade!
Votos, votos... a quanto obrigas.
quinta-feira, outubro 5
5 DE OUTUBRO
Nos últimos anos de monarquia a situação sócio- económica do país agravava-se de dia para dia, a crise tinha-se instalado, o povo vivia na miséria em contraste com a abundância em que viviam a classe política, a burguesia e a nobreza.
Esta situação agravou-se com a questão do Ultimato Inglês, onde era exigido que Portugal se retirasse do território entre Angola e Moçambique (zona do Mapa cor-de-rosa), perdendo os benefícios de que usufruía nessa região. O descontentamento foi geral, tanto mais que ainda reforçava o poder do Rei, e os ânimos exaltaram-se.
A partir de 1906 conjurava-se já o derrube da monarquia constitucional. Em 1908 deu-se, efectivamente, uma primeira tentativa de destituição da monarquia, mas falhou, tendo sido, no entanto, morto o Rei D. Carlos I e o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. O regicídio deu-se no Terreiro de Paço, onde foram ambos abatidos a tiro e D. Manuel II foi o seu sucessor.
Nos anos seguintes o clima foi-se agravando e, em 1910 o país vivia num caos com conspirações dos republicanos de um lado, conspirações dos monárquicos do outro, os operários faziam greve reclamando melhores condições de trabalho e de vida e a classe média, mostrava-se tão furiosa como o operariado, pois perdiam com a falência do banco Crédito Predial Português, dirigido por chefes políticos da monarquia. Os republicanos reclamavam, acima de tudo, com a ordem forçada em que se vivia, reclamavam uma “greve geral” e a ideia, por muito disparatada que parecesse, começou a soar bem. As operações que levaram à queda da monarquia revelaram-se fáceis face à desorganização das forças monárquicas.
O movimento que levou à implantação da República foi, de facto, um processo trabalhado, provocado, sucessivo, resultado da união dos esforços de dirigentes do Partido Republicano, da Maçonaria e da Carbonária, tendo surgido uma comissão promotora da república da qual faziam parte:
- Na direcção política: António José de Almeida, Afonso Costa e Bernardino Machado;
- Na agitação civil: António Maria da Silva, Machado Santos e Luiz de Almeida;
- Na componente militar: Miguel Bombarda, Cândido dos Reis e Machado Santos.
Em Lisboa, os passos decisivos que antecederam a revolução começaram no dia 2 de Outubro em que os republicanos marcaram a revolução para a 1 hora do dia 4. Logo no dia seguinte, 3 de Outubro, Miguel Bombarda(dirigente republicano) foi assassinado, (aparentemente por um paciente perturbado).
Nesse mesmo dia teve lugar a última reunião dos conspiradores, na Rua da Esperança. No dia 4 de Outubro começaram de madrugada revoltas no quartel de Infantaria 16(Campo de Ourique), Artilharia 1(Campolide) e quartel da Marinha(Alcântara). Seguiu-se o acampamento das forças revolucionárias na Rotunda, pouco depois Cândido dos Reis foi encontrado morto. Os oficiais abandonaram a Rotunda e, ao início da tarde, 2 navios bombardearam as Necessidades e a Marinha bombardeou o Terreiro do Paço. Pelas 21 horas o rei D. Manuel II caiu nas mãos dos republicanos.
No dia 5 de Outubro de 1910 o dia amanheceu com duelos de artilharia na Avenida mas, pelas 9 horas da manhã, José Relvas proclamava a República no edifício da Câmara Municipal de Lisboa.
Na mesma data a família real partiu para o exílio. Foi constituído um governo provisório e Joaquim Teófilo Braga foi o primeiro Presidente. Foi publicada a primeira Constituição em 1911 e só depois é que foi eleito o Dr. Manuel de Arriaga como o primeiro Presidente da República.
O início do regime republicano foi, no entanto, muito conturbado e difícil. A herança de um orçamento deficiente impossibilitou um melhor desenvolvimento e logo o operariado se manifestou, os políticos não se entendiam e os sucessivos governos foram caindo, além disso, a 1ª República era anticlerical pelo que recebeu a oposição da Igreja Católica.
A República ainda tentou dar alguns passos pela imposição de leis contra o analfabetismo, pela reforma agrária e pela democratização do país mas, governos sucessivos falhados (houve um que durou apenas uma tarde!) em 1917/18 Sidónio Pais instalou-se no poder e, em 1926 o Marechal Gomes da Costa derrubou a Democracia e instaurou a ditadura, designada por Estado Novo, muito devido ao descredito que os sucessivos governos portugueses, (com a duração de semanas ou de poucos meses) tinham junto da opinião pública mundial e que tinham arrastado Portugal para uma crise económica e social sem precedentes.
Curiosamente, nesta mesma data, foi assinado o Tratado de Zamora, que proclamou a fundação oficial de Portugal.
A soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, só veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III em 1179, mas o título de Rei de Portugal, que Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal Guido de Vico, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.
quarta-feira, outubro 4
1º RALLY PAPER DA JSD/FARO
Decorreu no passado sábado o 1º Rally Paper da JSD/Faro que percorreu todas as freguesias do concelho de Faro, num total de 75 km.
Durante o percurso, os participantes puderam conhecer em mais pormenor o concelho farense, passando por ruas e estradas geralmente menos utilizadas e tiveram a oportunidade de analisar alguns problemas e carências do concelho.
No final decorreu um jantar de confraternização, onde se procedeu à entrega dos prémios e onde se realizou um fórum de discussão sobre os problemas e carências do concelho detectadas durante o percurso.
Ao pódium chegaram:
1º classificado: João Pereira / Ricardo Barros
2º classificado: Nuno Antunes / Vitor Jorge
3º classificado: Andrés Conceição / Verónica Cabeceira
Entretanto, fica já a promessa que para o ano esta iniciativa irá repetir-se, seguramente com o mesmo êxito e com uma prova ainda mais radical.