terça-feira, junho 2

Fundos para reabilitação Urbana

De acordo com a noticia do DN, o secretário de estado João Ferrão garante que vai ser disponibilizado cerca de 700 milhões de euros até 2011 para reabilitação urbana, a investir em cerca de 114 municipios.

Esperemos que Faro esteja neste lote de Municipios que conscientemente tomem esta importante atitude.

No debate ontem realizado na Escola de Hotelaria o actual presidente da câmara de Faro parecia não ter conhecimento desta oportunidade, pois quando questionado sobre reabilitação apenas referiu que não existia dinheiro.

Fica aqui a esperança da JSD/Faro de que não fiquemos de fora deste programa que vai buscar ao Banco Europeu de Investimento mais este empréstimo para Portugal, de resto talvez dos menores dos vários projectos do governo, mas o que tem maior retorno no estimulo da economia.

Salientando que quanto a empréstimos à europa o Governo Português garantiu uma linha de crédito de cerca de 40 mil milhões de euros para os vários projectos, desde novo Aeroporto de Lisboa, Ponte sobre o Tejo, TGV e novas auto-estradas entre outros.

É de vital importancia para o país que este dinheira a ser investido, o seja bem, pois se não houver retorno financeiro colocará o país numa situação bastante delicada, desvalorizando todos os activos de Portugal.

O investimento é bom quando bem feito, e a reabilitação urbana do património habitacional é essencial para revitalizar e desenvolver o comércio local de pequenas e médias empresas (o motor do País), aumentando a economia e dando vida à cidade.

O nosso pedido é que se pense em habitação jovem para revitalizar a baixa da cidade de Faro.



Para saber mais sobre os fundos para reabilitação clique em baixo, as candidaturas e apoios estarão todos definidos até final do verão .
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1250955

Para saber mais sobre os 40 mil milhões de euros para Portugal
http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=7262

(Des)Urbanismo

O problema é conhecido dos farenses, e já que tanto se fala em urbanismo, casos óbvios como o retratado nesta imagem, existem às dezenas por toda a cidade de Faro.


Uma imagem de desleixo e desorganização da cidade, uma clara falta de cuidado e responsabilidade pelos espaços públicos, e pelos espaços privados, que por quaisquer motivos foram vetados ao abandono.



Quem acaba por "carregar" com isto no dia a dia? A Cidade, e os seus Cidadãos.


Não se justifica que a autarquia deixe que se arrastem ao longo dos anos, situações de degradação tão óbvias como estas, numa cidade onde o envelhecimento urbanístico já se começa a fazer sentir.


Além da sujidade com que os nossos "amigos voadores" teimam em nos prendar por onde quer que passemos, edifícios, monumentos ou qualquer outro tipo de infraestruturas, quando (des)cuidadas desta forma, além de autenticas colheitas de porcaria, também se tornam "alvos fáceis" para "os artistas das latinhas de spray", que à falta de espaços especialmente designados para o efeito, lá se vão expressando aqui e ali, tanto na propriedade pública, como privada.




Citando o post do dia 6 de maio do amigo joão louzeiro,



"Faro merece outro carinho no ordenamento público."


A Água em Faro



A Rede de distribuição de água em Faro é em muitos casos já antiga, o que leva a que aconteçam muitas vezes rupturas.

As perdas de água da rede são contabilizadas na água que é enviada para o munícipio e embora não chege as torneiras, esta é dividida por todos os utentes e acrescida à factura final a pagar.




Tem-se investido em novas zonas da rede de água, mas é igualmente importante, senão essencial gerir bem a rede que já está a necessitar de ser substituida.

O problema é conhecido dos farenses, águas que correm e criam espaços vazios nos solos, levando em alguns casos extremos ao abatimento de passeios e estradas.

É importante que se faça uma avaliação na rede existente e garanta-se a sua boa qualidade de utilização para minimizar despezas desnecessárias e ambientalmente reprováveis.

A água é um bem essencial e de natureza física dificil de dominar.

No caso particular aqui documentado, encontra-se na rua Dr. José de Matos, próximo da casa dos rapazes.

Trata-se a de um olho de água que certamente é fruto de uma ruptura na tubagem da rede de distribuição de água.

Resta agora verificar quanto tempo esta situação especifica irá verificar-se.
A água corre aumentando a factura de água não consumida, perda da rede, a ser paga por todos.
Esperemos que esta situção seja resolvida o mais breve possivel.

Dia Mundial da Criança


A JSD/Faro assinalou o dia mundial da criança junto dos jovens da casa dos rapazes.



As crianças são o futuro, a aposta na formação e valorização dos jovens é a maior mais valia para o desenvolvimento da sociedade.

O dia mundial da Criança deve levar-nos a pensar sobre a criança, em Portugal e no Mundo.

A igualdade de oportunidades é um imperativo para desenvolver uma sociedade mais justa e equilibrada, em Portugal e no mundo as instituições de solidariedade requerem de constante apoio e ajuda.

Na sociedade actual o papel das crianças deve estar como assunto de primeira ordem, pois trata-se dos anos que vão marcar quase decisivamente muitas vidas. A educação é fundamental, para o respeito, para o desenvolvimento do caracter dos homens e mulheres do futuro.

Devemos pensar nas crianças e na sua protecção a uma sociedade muitas vezes agressiva e onde a televisão muitas vezes não é a melhor ajuda a formar mas a mais fácil.

As creches e escolas nunca podem substituir o papel da familia, mas sim a ajudar a formar intelectual, social e físicamente através das várias actividades desenvolvidas.

O perigo a evitar hoje e sempre é deixar as crianças sem afecto, sem atenção.

Dia Mundial da Criança deve ser uma festa, onde as crianças possam sentir-se felizes por ser crianças.

segunda-feira, junho 1

Dia Mundial da Criança


Após a 2ª Grande Guerra Mundial, as crianças de todo o Mundo enfrentavam grandes dificuldades, a alimentação era deficiente, os cuidados médicos eram escassos. Os pais não tinham dinheiro, viviam com muitas dificuldades, retiravam os filhos da Escola e punham-nos a trabalhar de sol a sol. Mais de metade das crianças Europeias não sabia ler nem escrever.

Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.

Os Estados Membros das Nações Unidas, - ONU - reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.

Nunca é demais lembrar, até porque poucas vezes isso tem sido feito, quais os direitos que assistem especificamente às crianças, e que estão consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança que foi elaborada em 1989 pelas Nações Unidas, que tiveram em consideração, entre outras coisas, o indicado na Declaração dos Direitos da Criança, adoptada em 20 de Novembro de 1959 pela Assembleia Geral desta Organização, que dizia que “a criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem necessidade de uma protecção e cuidados especiais...”.

A ONU reconheceu também que “em todos os países do mundo há crianças que vivem em condições particularmente difíceis e a quem importa assegurar uma atenção especial, tendo devidamente em conta a importância das tradições e valores culturais de cada povo para a protecção e o desenvolvimento harmonioso da criança e a importância da cooperação internacional para a melhoria das condições de vida das crianças em todos os países, em particular nos países em desenvolvimento.”

Para assinalar esta data recheada de simbolismo, a JSD/Faro levou a cabo uma recolha de brinquedos junto da camada jovem da população, apelando à contribuição e ao voluntarismo junto das escolas, numa causa que é de todos nós.

Nesse âmbito, a JSD/Faro associa-se ao Instituto Dr. Francisco Gomes, vulgarmente conhecido como "Casa dos Rapazes", no sentido de proceder à entrega e distribuição do produto da recolha de brinquedos angariados, como expressão ilustrativa da data que hoje se comemora.