quarta-feira, setembro 27

ESCOLA DO 1º CICLO DO MONTENEGRO AINDA EM OBRAS

Comunicado da JSD/FARO


Após se ter iniciado a 2ª semana de aulas do presente ano lectivo, a Escola do 1º ciclo do Montenegro ainda está em obras, não garantindo as condições ideais de segurança e de ensino para as dezenas de alunos que a frequentam.

Perante esta situação, acresce o facto da referida escola ainda não disponibilizar as funcionárias em número suficiente de forma a garantir o seu bom e normal funcionamento revelando a forte descoordenação, a má gestão e o pouco empenho com que esta infra-estrutura de ensino foi (e está a ser) tratada por parte da autarquia farense e Direcção Regional de Educação do Algarve.

Os pais durante o Verão andaram numa preocupação visível causada pela falta de informação e pelo atraso das obras, que só nas últimas semanas aceleraram o ritmo. Provavelmente se tivessem acelerado mais cedo o ritmo, agora era desnecessária uma obra acabada à pressa só para cumprir o calendário que a Direcção Regional de Educação impôs, sem se preocuparem com a segurança dos alunos e com a qualidade do ensino.

Perante este caso é-nos inevitável questionar: O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro não poderia ter evitado este incómodo aos alunos da escola e respectivos pais? Não será isto um exemplo do desleixo e da falta de planeamento dos senhores responsáveis? Mais caricato se torna esta situação, quando na visita do Sr. Primeiro Ministro e da Sr.ª Ministra da Educação ao Algarve e concretamente a Faro, foi dito pelos mesmos que esta região era um modelo de pontualidade no recomeço do ano lectivo e a nível das suas infra-estruturas.

Assim sendo, porque é que o Sr. Presidente da Câmara não propôs um alargamento da visita ao Montenegro? Porque motivo não lhes foi mostrar uma escola por acabar no inicio das aulas? E muitas mais perguntas que ficam no ar neste executivo socialista, que muito criticou, que muito prometeu, mas que pouco cumpre! Deixando-nos a brisa da irresponsabilidade e da estagnação na nossa cidade.

A CPS da JSD/Faro

O Presidente

Bruno Lage


terça-feira, setembro 26

AS OBRAS DO MERCADO DE FARO...

Pois é! Estas obras que deveriam durar pouco mais de 1 ano, estão a realizar-se à cerca de 5 anos.

Iniciadas no último ano do mantado de Luís Coelho, percorreu todo o mandato de José Vitorino e agora, apesar da promessa do actual presidente José Apolinário (em jeito de compromisso) de estarem prontas em Dezembro de 2005, depois em Março, depois em Junho, depois em Setembro...a realidade é que possivelmente só veremos o mercado a funcionar em Dezembro de 2006.

segunda-feira, setembro 25

1º RALLY PAPER DA JSD/FARO


Conforme já anunciado neste blog, será realizado no dia 30 de Setembro (Sábado), o 1º Rally Paper da JSD/Faro que percorrerá com inúmeras provas todo o concelho de Faro.

Esta actividade que terá inicio por volta das 16 horas, para além de proporcionar bons momentos de diversão, procura promover o companheirismo entre os jotas e dar a conhecer o concelho farense a todos os participantes.

Relembra-se que cada equipa/carro será composta por 2 elementos e poderão efectuar as vossas inscrições (grátis) até ao dia 28 de Setembro ou pedir mais informações em jsd.faro@gmail.com

Contamos com a tua presença. Participa!

sábado, setembro 23

COMUNICADO DA JSD/ALGARVE SOBRE AS RECENTES AFIRMAÇÕES DA ANEM EM RELAÇÃO AO CURSO DE MEDICINA

A JSD/Algarve foi confrontada, recentemente, com um comunicado da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) em que se esboçam um conjunto de considerações sobre a petição “ Curso de medicina já!” e sobre a abertura de novos cursos de medicina em Portugal. Cabe, por conseguinte, aclarar alguns equívocos da dita associação:


1. A JSD/Algarve, em circunstância alguma, considerou que o país padecia de escassez de médicos. Considerou, isso sim, que os médicos, tal como reconhece a ANEM, se encontram desarmoniosamente distribuídos, o que prejudica gravemente a qualidade dos cuidados de saúde que são prestados ás populações.

2. A JSD/Algarve entende que o único instrumento que contraria a carência de médicos no Algarve consiste na criação do curso de medicina. Nesse sentido, a Universidade do Algarve apresentou uma proposta, que se encontra presentemente em fase de reformulação a pedido da Comissão Internacional de Avaliação, que concebe um modelo inovador, vocacionado para a formação de médicos de família, com cerca de 30 vagas anuais e que oferece aos estudantes, mediante a contratualização com a Universidade, uma isenção/redução de propinas caso se comprometam a exercer, durante um prazo mínimo de 6 anos, a sua função na região, o que abrandará o défice de médicos que o Algarve sofre. Atente-se que o modelo inovador configura uma maior ênfase no desenvolvimento de aptidões sócio-pessoais de molde a reforçar a relação de confiança e solidariedade entre paciente e médico.

3. A ANEM critica acerrimamente o modelo proposto pela Universidade do Algarve sem sequer o conhecer, o que atesta a sua má-fé, impreparação para debater com seriedade a matéria e uma desesperante sofreguidão de obstaculizar, mesmo que sem fundamentos técnico-científicos, a criação de cursos de medicina que visam aligeirar os ónus mutiladores que se abatem sobre as regiões mais periféricas.

4. O Algarve por se tratar de uma região eminentemente turística, credora de estruturas de qualidade que lhe assegurem sustentabilidade num panorama de ávida competição internacional, carece de médicos, para além dos cuidados de saúde prestados aos residentes, para tratar da população oscilante (turistas) que não se encontra reflectida nas estatísticas oficiais. Se aí estivesse incluída, poderíamos com caução afirmar que num dos indicadores de referência para apreciar da qualidade de vida das populações, o Algarve, no contexto da União Europeia, ocuparia a cauda da tabela, com inegáveis repercussões na vida de todos os algarvios.

5. A JSD/Algarve entende que a posição da ANEM, por manifesta falta de fundamentação, é reveladora de traços de corporativismo, na medida em que para proteger as regalias e o estatuto de determina camada se descura o benefício público e se desamparam as regiões mais periféricas de Portugal. A orientação da ANEM é arrogante, egocêntrica e um funesto contributo para que Portugal, no seu quadro de contrariedades, se liberte das forças que tolhem os ímpetos reformistas de quem vislumbra um país mais próspero e equilibrado.

6. A JSD/Algarve reitera o seu compromisso, na qualidade de estruturaimpulsionadora da plataforma cívica, social e política que reverteu na recolha de 9500 subscritores para a petição “Curso de Medicina já”, depromover, a exemplo do percurso que tem trilhado, um conjunto de iniciativastendentes a sensibilizar o governo para, no decurso da legislatura, criar ocurso de medicina na Universidade do Algarve.

Cristóvão Norte -Presidente da JSD/Algarve
1º subscritor da Petição”Curso de Medicina já”

sexta-feira, setembro 22

DISCRIMINAÇÃO SEXUAL NA FORMAÇÃO AVANÇADA PARA MULHERES EMPREENDEDORAS

Faro vai acolher no próximo mês de Outubro a 2ª edição do programa FAME – Formação Avançada para Mulheres Empreendedoras, que tem como objectivo sensibilizar e apoiar o público feminino na criação do seu próprio negócio.

Para isso, para além da Acção de Formação, as formandas terão acesso a um prémio equivalente a 12 salários mínimos nacionais sendo dado apoio por parte de uma equipa multidisciplinar de consultores no sentido de orientar as futuras empresárias na consolidação do seu negócio.

Consciente da problemática do desemprego no nosso país e em particular na região do Algarve, considero que este tipo de programas que visam a formação e o apoio do seu próprio trabalho são importantes.

No entanto, não se pode entender o motivo que leva a que só pessoas do sexo feminino tenham acesso a este programa. Então pelo facto de uma pessoa ser do sexo masculino, já não pode recorrer a este tipo de apoio? Qual a lógica deste procedimento? Então as oportunidades para a criação de uma empresa agora são diferentes entre sexos? Então estas iniciativas não visam a discriminação sexual?

Esta situação ainda se torna mais caricata, tanto mais que se vive neste momento numa sociedade em que este tipo de discriminação já não faz qualquer sentido, é altamente reprovável e condenável.

Estou convicto que este tipo de iniciativas teriam mais sucesso, por exemplo, junto das Universidades, para alunos finalistas ou mesmo para recém-licenciados (sejam homens ou mulheres) onde a taxa de desemprego já ultrapassa os 40 mil. Esta seria sem dúvida, uma forma de aproveitar a imensa massa crítica e a mão-de-obra altamente qualificada essencial para a modernização de Portugal e para o seu desenvolvimento económico e social e que infelizmente não está a ser devidamente aproveitada.