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sexta-feira, abril 16

“É preciso salvar Abril”


Antes do dia 25 de Abril de 1974, Portugal vivia tempos conturbados pela mágoa e pelo terror. Foram dias condenados pela ditadura, dias em que os cidadãos portugueses não se podiam expressar, não podiam ser livres nas eleições, não podiam ter ideias contrárias às do governo.

E agora?

Agora, passámos do “tudo pela nação” para “cada um por si”. Pois apesar da liberdade e da democracia adquiridas pela Revolução dos Cravos, a nossa sociedade está dissociada pelos interesses de cada um, passámos do espírito de equipa e união extremista para a solidão e egoísmo. Estes sentimentos, também um pouco derivados da situação actual da economia e da imagem que os próprios políticos deixam transparecer, fazem com que a juventude se aliene do poder político.

Mas nós, juventude, temos de combater esta situação, pois apesar de estarmos alheios à mesma, nós estamos intrinsecamente amarrados à sociedade. E isto deve-se, ao facto de que, todos nós querermos ter um serviço de saúde e de educação de qualidade tal como, um emprego e formas de lazer.

Para tal, temos de começar a ser mais proactivos e menos tolerantes com as propostas impostas e que só nos dificultam a vida. Temos de abrir os olhos e ler as entrelinhas das estatísticas que nos apresentam. Pois se conseguimos obter a liberdade de voto, temos de começar a exercer este direito com mais consciência e sabedoria.

Se os Capitães de Abril conseguiram lutar por nós, nós temos de lutar por um Portugal melhor.