
E agora?
Agora, passámos do “tudo pela nação” para “cada um por si”. Pois apesar da liberdade e da democracia adquiridas pela Revolução dos Cravos, a nossa sociedade está dissociada pelos interesses de cada um, passámos do espírito de equipa e união extremista para a solidão e egoísmo. Estes sentimentos, também um pouco derivados da situação actual da economia e da imagem que os próprios políticos deixam transparecer, fazem com que a juventude se aliene do poder político.
Mas nós, juventude, temos de combater esta situação, pois apesar de estarmos alheios à mesma, nós estamos intrinsecamente amarrados à sociedade. E isto deve-se, ao facto de que, todos nós querermos ter um serviço de saúde e de educação de qualidade tal como, um emprego e formas de lazer.
Para tal, temos de começar a ser mais proactivos e menos tolerantes com as propostas impostas e que só nos dificultam a vida. Temos de abrir os olhos e ler as entrelinhas das estatísticas que nos apresentam. Pois se conseguimos obter a liberdade de voto, temos de começar a exercer este direito com mais consciência e sabedoria.
Se os Capitães de Abril conseguiram lutar por nós, nós temos de lutar por um Portugal melhor.